Acidente no final da corrida em Watkins Glen deixa Zonta em nono na Grand-Am

Zonta e Jonsson, que revezam a pilotagem do Lola-Ford número 76 da Krohn Racing, abriram o fim de semana com um segundo e um terceiro lugares nas sessões de treinos livres da quinta-feira (3). Na sexta (4), fecharam o último treino livre em sexto lugar. Na tomada de tempos, o brasileiro classificou o carro na oitava posição do grid, que foi formado nesta etapa por 33 carros – 18 em sua categoria, a Daytona Prototype, e outros 15 na Gran Turismo.

“O carro estava ótimo no primeiro dia. mas mudou bastante no segundo. Nós tentamos algumas mudanças para a classificação, o carro saía um pouco de traseira, estava difícil pilotar”, contou o brasileiro. “Tentamos algo diferente para o warm up, mas ainda não estava bom o suficiente. Decidimos mudar tudo para a corrida. Fizemos essa aposta e o carro passou a nos dar condição de tentar um quinto, até um quarto lugar, não mais que isso”, avaliou.

Dispostos a uma prova de recuperação, os pilotos da Krohn Racing foram à pista confiantes na conquista de um lugar entre os cinco primeiros. No turno final de pilotagem, Zonta chegou a ocupar o quarto posto. Estava em quinto quando se envolveu num toque com o Riley-BMW do retardatário norte-americano Carlos de Quesada. O toque danificou o aerofólio traseiro do carro do brasileiro, que teve de procurar os boxes para repor a peça e perdeu duas voltas de corrida.

“Ele estava realmente lento. Quando eu o alcancei, ele simplesmente não olhou no espelho, veio para o lado de dentro da pista, mas eu já tinha colocado o meu carro por dentro”, descreveu. “Naquele momento, não havia absolutamente nada que eu pudesse fazer para evitar o toque e ele me bateu. Foi pior ainda para nós, porque quebrou meu aerofólio”, disse. Após o pit stop, Zonta voltou à pista em décimo e recuperou uma posição para terminar a corrida em nono.

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